quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Preciso de ti

Preciso de ti, agora, amanhã, para sempre
Preciso de ti como o céu das estrelas
Não sei o que seria sem ti, preciso de ti verdadeira e eternamente!
Preciso de ti para me conseguir levantar
Preciso de ti para a minha vida funcionar
Preciso de ti com a intenção de te amar
Preciso de para os prazeres da vida desfrutar
Simplesmente reparei que sem ti não consigo respirar!
Sem ti a minha vida já não tem significado
Contigo a meu lado tudo se torna mais simples esses grandes momentos a teu lado!
Oh.. Do que me lembro coisa do passado, felicidade ou ilusão?
O que torna isto bonito é amar com intenção
Lembro-me dos tempos que fecho os olhos e só a ti te vejo
Um Homem que te deseja, que te quer de volta, que contigo se importa, tudo o que te disse era (e é verdadeiro), AMOTE!
É verdade apenas te peço, volta para mim
Não imaginas o quanto preciso de ti!
Cada vez que olho para a lua imagino-me contigo ao luar, à beira mar trocando carícias, beijos, sussurando-te ao ouvido 'Amote, desejo-te, és perfeita, estou apaixonado por ti!'
Junta-te a mim e completa-me!
Consigo-te imaginar comigo, é um sonho e espero que possamos voltar ao momentos felizes que esperam por nós.
Apenas preciso de ti...

domingo, 21 de agosto de 2011

És mais que três em um

Caminho com o tempo pela estrada,
Quando encontro uma bela flor.
O seu aromailude-me, pretende ser segurada.
Mas é apenas atracção, não provoca um único ardor.

Sigo em frente e brilha um diamante.
Sozinho, abandonado, faz-me um pedido:
Quer que seja seu amante.
Mas ser amante sem amar... Só me tornaria um sofrido.

E o caminho continua. E torna-se quente.
Uma estrela cai a meus pés, inflamada.
Oferece-me o seu calor na condição de lhe ficar rente.
Mas eu procuro aquele puro. E este dele nada.

Vou. Mas paro... Não por um buraco ou um muro.
O cheiro, o brilho, o ardor...
Aquilo que procuro. Tudo junto, tudo puro!
Oh! Finalmente encontro o Amor.

És tudo que passas diante de mim.
Acendes-me por dentro e por fora.
E mais o teu perfume. Deixas-me assim.
Louco por ti. Louco para de tudo fazer agora.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Não

É bom saber-nos acompanhados quando não há mais ninguém
É bom olhar pela janela e sentir o cheiro do além
É bom saborearo espaço, esqueces que existe tempo
Olhar para o terraço, abraçar o pensamento
Olhar para baixo e sentir a festa de alguém,
Beijarem-nos os olhos, bebendo as lágrimas do desdém
E há alguém? Não importa, é bom sentir e poder
Esquecer que existe porta, tentar e perceber
Escrevendo-se fica tora, lendo-se fica por entender
Não dá prazer, não te dá a mão
Tira-te o querer, esvazia-te a visão
E olhando lá para fora sabes que tens um mundo
Sozinho ou acompanhado, não te pára um segundo
E quando abres os olhos e esticas os dedos, o braço, o tronco, a sensação
Sente-lo tão pequenino e abraça-lo no coração
Ouves um latir, sentes o apoio desse camião
E quando acordas do sonho, esqueces que existiu, partiu e voltas ao jogo da solidão

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Os dias cinzentos

Como os dias cinzentos cá dentro
São iguais
Aos dias cinzentos lá fora,
Porquê não fugir?

Anda comigo!
Os teus olhos pedem que fuja contigo,
Pedem que te abrace,
Que te beije,
Que te leve,
Onde tantos dias tens sonhado que te leve.

Que te leve,
Que não voltemos
Porque afinal,
Ninguém nos quer aqui.
Nem eu me quero aqui sem ti.

Vamos fugir então meu amor!
Minha linda e destemida companhia!
Meu triunfo, minha infinita pequenez,
Meu deserto, seco, cansado de ser eu, só eu.
...meu amor!
Meu amor,
Meu amor...
Daremos de comer à nossa loucura
Ao nosso louco amor, ao vento
Para que nos leve.
Daremos de beber o nosso amor ao mar
Para que nunca seque,
Para que nunca pare de dançar
Para que eles não nos apanhem,
Meu amor.

sábado, 18 de junho de 2011

Num Abraço!

Tantas vezes te perguntei
Se querias ser a minha miúda!
Vezes sem conta
Precisando de uma razão
Para entrar em teu mundo!
Tantas vezes te pedi
Para me perguntares
Como é amar-te!
E quando o amor
Parece ser afinal
A única conclusão
De que eu sou culpado
Queria então envolver-te
Em meus braços, abraçar-te
Ser um abrigo para ti
Proteger-te dessas duvidas
Que por vezes assustam!
Na verdade, sabes...
É também este medo insano
De um dia te perder
E ao ter-te assim...
Apertadinha contra mim
Escutando o teu coração,
Batendo contra o meu,
Esse medo esfuma-se
E apenas fica a certeza
De quanto te quero a meu lado!

Por vezes a tua forma de agir
Faz-me questionar o que para ti sou!
E por vezes nem consigo
Suportar os teus fingimentos
Nem manter a minha pose!
De tanto querer ser parte
Das coisas que fazes,
De tanto te querer
Parte de mim também!
Por vezes, eu sei,
Exijo-te tempo de mais
Do teu pouco tempo,
Que tento roubar!
Talvez mesmo assim,
Seja tempo de menos
Para mim!
E quando em pavor sonho
Que te vais embora,
Acordo suando à tua procura,
E aperto-te fortemente
Em meus braços
Ansiando por ti!

Sabes? Também preciso
Muito do teu abraço,
E das poucas vezes que
me envolves-te assim
Senti-me abrigado
De todos os males do Mundo,
Senti um fogo
Tomar conta de mim
E segredas-te depois
Ao meu ouvido
O quanto me amavas
E sabes, o Mundo de repente
Ficou tão pequeno!
E o meu coração
Não coube mais em meu peito!
De tanto que por ti sinto
E que guardo nele!

Afinal, que mais posso dizer?
Deixa-me envolver-te
Nos meus braços, amando-te!
Vem, deixa-te ficar,
Anicha-te aqui neste ninho!
Não saias mais deste abrigo
Que para ti construí!
Não fujas deste novelo
De amor em te quero redar!
Fica para sempre aqui!
Porque preciso tanto,
Tanto de te amar,
Como de te beijar!

Numa dança

Teu sorriso cheira a dança
E ri a cada passo
Com cada amasso
No compasso...
E a música nos balança
Vamos naquela dança?
Em que os olhos falam
E o corpo pede
O aconchego de um sonho
Seja num passo acelerado
Ou num abraço apertado
Coração com coração
E teu sonho bem plantado
Num beijo adocicado
Como os teus olhos doces
Sonhando amanhãs dançantes
Na palma da mão de um desejo,
Escrito no plano de voo
De uma borboleta
Escrevendo em tons rosáceos
O teu nome no Céu de Abril
Saltitando de flor em flor
Até roubar o meu amor!

Um sentimento chamado Amor

Quatro pés, duas passadas
Marcam trilhos paralelo
Na seca areia, no salgado mar
Banhados pela luz da Lua.

Duas bocas, um beijo
Que aquece a noite fria
Numa praia vazia
Ao sabor das ondas

Dois corações, um sentimento
Vício recíproco, um abraço
Mais longo que o tempo
Mais forte que o espaço.